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No setor da construção civil, o fator da sustentabilidade se encontra precário quando se analisa os grandes impactos que este mercado ainda causa ao meio ambiente. Com isso, atualmente existe um elemento que vem causando ainda mais preocupação por contribuir para o agravamento do problema: o crescimento acelerado da população e a alta demanda por moradias. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) estima-se que a população mundial deverá chegar a 9 bilhões de pessoas até 2050 e, só no Brasil serão necessárias 23 milhões de novas moradias.

Vale lembrar também que o mercado da construção civil é um dos que mais causa impactos ambientais a longo prazo, em que isso se estende desde a extração de materiais até o fim dos produtos construídos. E, devido a esta alta demanda de edificações que deve crescer nos próximos anos, observa-se então o quanto as construtoras e demais empresas que atuam no ramo, devem se preocupar com o fator da sustentabilidade em sua cadeia produtiva. E para que haja melhorias neste aspecto é preciso conhecer onde mais há impactos negativos. Entre eles, observamos:

  1. A construção civil é responsável por 40% de todos os resíduos produzidos pela sociedade;
  2. No que envolve o consumo total de água, só este setor é responsável por um consumo de 12%;
  3. Entre a emissão de gases de efeito estufa, a produção de cimento é responsável por 5%;

Com estes dados alarmantes e com a atual situação de nosso planeta – com tantos fenômenos ambientais e diversas consequências do efeito estufa -, constata-se que a indústria da construção necessita buscar práticas sustentáveis, mas que sejam viáveis economicamente e também que não interfira na produção.

Implantando a sustentabilidade em seu canteiro de obras

Segundo especialistas em gestão de obras sustentável, a sustentabilidade em uma edificação se inicia logo no projeto e se expande até o pós-obra. Com isso, entre as medidas a serem adotadas, é preciso:

  • Projetos mais flexíveis, sendo possíveis adaptações para se evitar demolições e muitas reformas;
  • Descarte correto dos resíduos;
  • Compra de materiais que realmente serão usados, evitando desperdícios e descarte desnecessário de recursos que não serão aproveitados;
  • Busca pelo uso de energias renováveis;
  • Procura por um uso mais ecológico de água;
  • Diminuição de materiais que causam grande impacto ambiental – a tecnologia BubbleDeck é um bom exemplo de medida a ser adota pelas construtoras;

Adotando estas medidas, os impactos serão bem menores ao meio ambiente. Já sabemos que a sustentabilidade deve estar sempre presente nos debates e planejamentos das construções, nosso planeta necessita de uma atenção especial e é nossa a responsabilidade de procurar as melhores medidas para as nossas edificações. Por isso, analise suas condições e busque soluções sustentáveis para o seu canteiro de obras.

Documentação legal mínima exigida no canteiro

28 de maio de 2019 | Geral | Nenhum comentário

Para iniciar uma construção não é só “planejar a estrutura e colocar a mão na massa”. Como a maioria das coisas, toda edificação exige uma documentação legal, como licenças, alvarás e afins. No entanto, algumas pessoas se esquecem desse aspecto e acabam atrasando o seu início ou até tendo a obra barrada pelos órgãos fiscalizadores por não ter alguma licença ou documento obrigatório. Por esse motivo, para que sua construção não seja prejudicada e que você não passe por essa situação, listamos toda documentação exigida para que você não esqueça nenhuma para trás. Confira!

  1. Alvará de Construção Civil

Este alvará é o documento que comprova que o projeto foi autorizado pela prefeitura da cidade onde a obra está localizada. É por ele que há a garantia que o projeto e as plantas da construção estão seguindo as normas e exigências do código de obras e lei de zoneamento.

O Alvará de Construção Civil também estabelece os prazos e deixa documentado o responsável técnico pela obra, pois é ele que será procurado pelos fiscais da prefeitura quando houver visitas no canteiro de obras. Em razão da importância desse alvará, ele deverá ficar visível em um local seguro na construção e, caso alguma edificação iniciar sem este documento, o responsável poderá sofrer graves consequências como multas, embargos ou até mesmo responder judicialmente em casos de acidentes de trabalho ou danificação nas construções ao redor.

  • Anotação de Responsabilidade Técnica

A ART ou Anotação de Responsabilidade Técnica é norteada pela Lei nº 6.496, de 7 de dezembro de 1977. É por meio desta documentação que um engenheiro ou arquiteto assume a responsabilidade pela construção, assegurando que a obra obedeça a todos os parâmetros legais, com todos alvarás autorizados e obedecendo todas as normas (NRs), garantindo também que ela não apresentará nenhum risco ao proprietário futuramente.

Existem 3 diferentes tipos de ART, sendo elas:

  • De obra ou serviço de rotina;
  • De obra ou serviço;
  • De cargo ou função.

A ART pode ser vinculada ao projeto ou a etapa de execução. Quando atrelada ao projeto, significa que há um responsável (engenheiro ou arquiteto) pela criação de plantas e toda a estrutura da edificação. Já, quando a documentação estiver vinculada a execução, indica que há um profissional responsável para que a obra seja erguida conforme estabelecido no projeto.

  • Registro

O registro do imóvel é um documento essencial para que haja seguridade do direito de propriedade ao dono do imóvel ou a empresa. Este registro é feito em cartório e só a partir dele que o proprietário consegue retirar o alvará de construção na prefeitura. Além disso, só com ele em mãos que é possível fazer o ligamento de água e energia para iniciar a obra.

  • Alvará do Corpo de Bombeiros

Este documento é muito importante para garantir a segurança de todos no canteiro de obras. Já sabemos que são altos os índices de acidentes em construções civis, por isso, é através dele que o corpo de bombeiros analisa a necessidade de extintores de incêndio, materiais antichamas, rotas de fuga ou escadas de emergência, entre outros elementos indispensáveis para garantir a segurança do local.

  • Documentação sobre Saúde e Segurança no Trabalho

Esta documentação tem como objetivo garantir a todos os envolvidos na obra a sua integridade física e mental. Desse modo, existem dois documentos essenciais: o PPRA e PCMSO.

O Programa de Prevenção de Risco Ambientais – PPRA, assegura que houve na construção o reconhecimento dos fatores de risco e que, a partir dessa análise, todos os instrumentos e equipamentos de segurança, tanto coletiva como individual, serão instalados conforme a necessidade e etapas de execução.

Logo, o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, visa o monitoramento de todos os riscos à saúde que o ambiente laboral proporciona. Sendo assim, através dele, há exigências de diversos exames clínicos para que possa ser feitar a prevenção de possíveis doenças devido a exposição de algum elemento. Só a partir do PCMSO que os equipamentos de proteção individual serão utilizados corretamente e que será possível a prevenção de acidentes. Vale lembrar que esta documentação pode variar de acordo com a estrutura, tipo de projeto e até localidade da edificação. Por isso, é muito importante que o maior interessado analise quais são as exigências da cidade onde ele se encontra. Garanta que sua obra cumpra todas as leis e normas de segurança, caso tenha dúvidas, consulte um profissional especializado.

Os elevadores tornaram-se item essencial dentro do canteiro de obras, principalmente nos grandes empreendimentos em que é muito importante uma maior facilidade na movimentação dos trabalhadores e também no transporte dos materiais e instrumentos para a construção. Os benefícios de usar o recurso são perceptíveis: maior produtividade, otimização do tempo e melhorias nas condições de trabalho para os colaboradores.

Todavia, o uso dos elevadores como ferramenta de trabalho merece atenção e cuidados de todos os envolvidos no ambiente laboral. Já sabemos que os fatores de risco devem ser evitados ao máximo e, para que isso aconteça de maneira correta, é primordial que as NRs e NBRs sejam obedecidas em todas as etapas da construção civil.

No que envolve as premissas para a utilização e instalação de elevadores, as Normas Regulamentadoras (NR) e as Normas Brasileiras (NBR) a serem seguidas são: NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade, NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, NR-35 – Trabalho em Altura e NBR-16.200 – Instalações de elevadores de canteiros de obras para pessoas e materiais. E caso não sejam cumpridas como o estabelecido podem apresentar alguns riscos graves, como: choques elétricos, quedas de materiais ou de pessoas.

Como os casos de acidentes são muito ocorrentes e envolvem a falta do uso correto, ausência de sinalizadores ou instalações mal executadas dos instrumentos de segurança no poço ou nos próprios elevadores do canteiro de obras, é essencial que a construtora ou o solicitante do serviço conheça as medidas preventivas e, consequentemente, providencie todos os equipamentos de segurança.

OS CUIDADOS A SEREM TOMADOS NO CANTEIRO DE OBRAS

  • Sobre os equipamentos de segurança:

No que envolve os elevadores definitivos que serão usados pelos moradores e afins, a proteção para o poço de elevador durante a etapa de construção do edifício torna-se item indispensável para evitar quedas acidentais de trabalhadores e demais envolvidos na obra.

Já para os elevadores do tipo cremalheira (instalados na parte e externa da torre) utilizados durante a fase de levantamento da obra para maior facilidade de locomoção de colaboradores e materiais, a proteção para cremalheira não deve ser deixada de lado, pois é ela que garante a proteção de todos e evita quedas acidentais. Outro fator importante relacionado a este tipo de elevador é durante o seu uso, onde a carga estabelecida pelo fabricante jamais deverá ser ultrapassada. Além disso, botoeiras, rampas de acesso, alçapão, para-choque, freio-motor, também serão elementos indispensáveis durante o uso.

  • Atitudes preventivas:

Para o uso e movimentação correta dos elevadores, existem algumas medidas que auxiliam na prevenção de acidentes. Desse modo, engenheiros, técnicos em segurança do trabalho e/ou outros responsáveis pela segurança na obra deverão:

Durante o ato de instalação, o profissional deverá verificar se a empresa possui autorização para o oferecimento desse tipo de serviço;

Após a instalação correta, é preciso que os equipamentos de segurança sejam instalados de forma correta e que haja a verificação de um profissional habilitado.

Depois dos dois passos, é essencial que todos os chefes da obra estabeleçam uma rotina de manutenção e verificação do elevador, avaliando todos os dias se o mesmo está funcionando em perfeitas condições e se os equipamentos de segurança estão bem colocados e funcionando corretamente.

Além de seguir as Normas e manter o cuidado ao uso do equipamento, também é essencial que seja verificado a qualidade do material tanto do elevador quanto dos equipamentos de segurança. Por isso, é muito importante a preferência por empresas especializadas com equipamentos de qualidade devidamente testados. Dúvidas de onde encontrar? Acesse o site da Metroform e confira todos os equipamentos de segurança necessários para sua obra!

Gestão do SST: você está fazendo certo?

21 de maio de 2019 | Gestão | Nenhum comentário

“É melhor prevenir do que remediar!” Quem nunca ouviu essa frase? No que envolver a SST- Saúde e Segurança do Trabalho, a palavra prevenção é fator determinante para se evitar doenças, acidentes e até mortes no ambiente de laboral. No entanto, mesmo com tantos avanços tecnológicos e novas práticas inseridas no meio da construção civil, o setor ainda exige uma atenção especial quando o assunto é saúde e segurança no canteiro de obras.

 Com uma certa resistência de líderes e demais responsáveis pelas construções em investir no setor, já se observa os danos que são evidenciados em números muito precisos: segundo dados levantados no ano passado pelo antigo Ministério Público do Trabalho (MPT), os prejuízos causados por acidentes ou doenças em decorrência de atividades executadas no ambiente de trabalho giram em torno de R$ 4 bilhões aos cofres públicos e empresas privadas. Deste número, mais de R$ 1 bilhão é pago pela previdência social em benefícios acidentários. E entre os custos que envolvem estes problemas, pode-se incluir:

  • Contratação de funcionário temporário para substituir o acidentado;
  • Transporte e assistência médica de urgência;
  • Pagamentos de indenizações ou exames médicos;
  • Pagamentos de medicações em casos de doenças;
  • Afastamento do funcionário;
  • Paralisação do setor, máquinas e equipamentos;
  • Imagem negativa da empresa;
  • Equipamentos danificados;
  • Salário dos 15 primeiros dias após o acidente;
  • Embargo ou interdição fiscal.

Como queremos poupar o seu bolso e também diversas famílias que podem sofrer com a perda de um ente querido, listamos certas atitudes para você adotar na edificação, garantindo que a segurança no seu canteiro de obras esteja sempre presente, proporcionando assim, mais tranquilidade aos seus colaboradores e também mais qualidade e eficiência na construção.

  1. Contratação de profissionais qualificados;

Para que todo o trabalho seja executado eficientemente, é preciso que todos os envolvidos conheçam e saibam desempenhar bem suas funções. No setor da segurança, é essencial que a gestão tenha o conhecimento especializado para implantar todas as medidas e equipamentos de proteção.

  • Conscientização dos trabalhadores;

Um dos motivos que levam a acidentes e doenças no ambiente laboral é a falta de atenção e ausência dos equipamentos de segurança (EPIs) por parte dos trabalhadores. Desse modo, não adianta implanta um bom programa de SST se eles não compreendem a importância e não sabem quais atitudes e equipamentos usar. Por isso, é essencial que você faça essa conscientização e os informe o quanto é importante que todas as regras estabelecidas no programa devem ser seguidas para a proteção de todos.

  • Controle de riscos;

A análise dos fatores de risco na obra é essencial para que as medidas de controle sejam aplicadas de forma correta. Assim, o PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho) vem para auxiliar o trabalho do responsável por este setor. Desse modo, é primordial que todas as premissas do programa sejam seguidas e que a análise seja criteriosa para que todos os equipamentos necessários sejam instalados corretamente. Além disso, é através do PCMAT que são estabelecidas as ações e atitudes que devem estar presentes no canteiro de obras.

Dúvidas de como evitar acidentes e outros danos a sua construção? Baixe nosso ebook gratuito [Regras gerais de segurança de trabalho]

  • Conhecimento sobre a legislação;

A gestão do SST e as ações preventivas só serão implantas de maneira certa quando houver o conhecimento das legislações e normas que envolvem a saúde e a segurança no trabalho. Sendo assim, no ramo da construção civil, o profissional responsável pela segurança no canteiro de obras deverá conhecer bem as Normas Regulamentadoras e as Normas Brasileiras e também procurar estar sempre atento as possíveis mudanças. 

  • Atenção com os equipamentos de segurança;

Após a implementação dos programas e instalação dos equipamentos de proteção é preciso que o gestor de segurança crie uma rotina de verificação dos mesmos. Assim, entre suas ações do dia a dia, deverá ser incluído a checagem dos equipamentos de proteção coletiva e também verificar se todos os colaboradores estão usando suas EPIs. Estas são medidas mínimas que devem estar sempre presentes em seu canteiro de obras. Não espere que o pior aconteça, garanta a segurança e a saúde de seus colaboradores escolhendo equipamentos de proteção de qualidade. Conte com a Metroform para te ajudar!

A dor de perder alguém muito próximo em algum acidente de trabalho é algo que muitas famílias vivenciam. Segundo dados levantados pelo INSS, são registradas mais de duas mil mortes por ano devido alguma falha ocorrida por acidente no ambiente laboral. E, na maioria dos casos os motivos são decorrentes ao descumprimento das ações estabelecidas nas Normas Regulamentadoras e pela falta de equipamentos de segurança.

Devido aos frequentes registros de doenças e óbitos no ambiente de trabalho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), no ano de 2003, estabeleceu o dia 28 de abril como o “Dia Mundial da Segurança e Saúde do Trabalho”, referindo-se ao grave acidente ocorrido em Virginia (EUA), no ano de 1960, onde 78 pessoas morreram devido a uma explosão na mina onde trabalhavam.

No Brasil, a ação tomou força em 2005, gerando o movimento “Abril Verde”. E, através da Lei nº. 11.121, estabeleceu-se dia 28 o “Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho”. A cor verde faz referência a área da saúde e o foco principal do movimento é gerar debate sobre as medidas preventivas e conscientizar a população sobre a importância dos equipamentos de segurança no ambiente laboral.

No que envolve o setor da construção civil, os acidentes que acontecem frequentemente são devido a quedas, cortes e lacerações. Além deles, há também altos índices de trabalhadores com doenças ocasionadas por exposição ao sol, ruídos e poeiras, devido ao trabalho sem proteção. Sendo assim, destaca-se a importância do movimento e da conscientização para garantir mais segurança a todos os trabalhadores dentro de um canteiro de obras.

Aderir a campanha é uma atitude essencial não só da gestão e demais proprietários do empreendimento, mas também de todos os trabalhadores para que todos saibam seus direitos e deveres e não coloque nenhuma outra pessoa em risco. Desse modo, no que envolve a segurança na construção civil, existem pautas a serem discutidas e que não podem passar por despercebidas, como:

  • A importância de seguir as Normas Regulamentadoras;
  • A avaliação dos fatores de risco;
  • A relevância da criação do CIPA- Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;
  • A importância dos equipamentos de proteção coletiva e individual;
  • Armazenamentos correto de materiais e equipamentos;
  • Implementação da cultura preventiva.

Através da discussão e execução das ações preventivas, o trabalhador fica isento dos riscos e pode trabalhar com mais tranquilidade. Sendo assim, aderir ao movimento não é apenas uma atitude responsável, mas também humana, garantindo a todos os colaboradores sua integridade física e mental tão importante no ambiente de trabalho. Conscientize sua equipe, faça parte do movimento “Abril Verde”!

O ciclo de vida de um empreendimento

16 de abril de 2019 | Empreendimento | Nenhum comentário

O ciclo de vida de um empreendimento nada mais é que todas as fases de gestão que o projeto passa. Dentro da construção civil, este ciclo é importante para todos os profissionais envolvidos, pois é através das etapas que são planejados as metas e os objetivos a serem alcançados. Além disso, é a partir dele que é avaliada a necessidade de alterações ou de implantar medidas e equipamentos de segurança.

Para explicar melhor, podemos dizer que este ciclo de vida passa por no mínimo três etapas:

1º – Briefing ou pré-obra

Nesta primeira fase é analisada a viabilidade do projeto. Dessa forma é feita a coleta de toda documentação e também são pesquisadas as necessidades e preferências do cliente (quantos cômodos ele precisa e seus gostos particulares com materiais, cores e revestimentos).

Depois desse briefing, são feitos as plantas e os projetos em 3D, sempre realizando adaptações de acordo com a opinião do cliente. Também é nessa primeira fase que são observados os fatores de risco, considerando todas as possíveis medidas para reduzi-los, levantando os custos que serão gastos com os equipamentos de proteção.

2º – Execução

Nesta segunda etapa é feita a cotação operacional, juntamente com a preparação do local para iniciar a obra. Com isso, é realizada a contratação de mão de obra, compra de materiais e locação dos equipamentos.

 Posteriormente, é iniciado os processos de fundação, estruturas, alvenaria e revestimentos. E, de acordo com andamento da construção, são colocados ou retirados os equipamentos que fornecem a segurança aos trabalhadores e aos demais envolvidos na obra.

3º – Pós-obra

Na etapa de entrega, são executados todos os testes nos sistemas de iluminação, hidráulica, elétrica, entre outros equipamentos contidos no empreendimento. Essa fase é muito importante, pois é através dela que os ajustes e outros reparos são feitos para que seja feita a entrega final.

O CICLO DE VIDA OTIMIZADO COM USO DO BIM

Como dissemos em um blog anterior “Redução de custos: o uso do BIM no projeto”], com o uso do BIM é possível ter uma visualização e acompanhar de forma muito mais detalhada todos os processos da construção. Ao implantar esta solução tecnológica na obra, o ciclo de vida como um todo é otimizado, melhorando o planejamento até a etapa do pós-obra. Segundo pesquisas da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), há muitas vantagens de utilizar a metodologia dentro do empreendimento. Além das melhorias na qualidade da construção, ampliação de sua vida útil e mais segurança a todos os trabalhadores, com o uso do BIM é possível também aumentar 10% do total da produtividade do setor e reduzir cerca de 20% nos custos totais da obra.

Um outro ponto importante que envolve a implantação do BIM no ciclo de vida de um empreendimento é o documento assinado pelo presidente em 2018, decretando que a metodologia será obrigatória em todas as obras até 2021. Sendo assim, construtoras e outros profissionais do meio deverão estudar a melhor maneira de aderir a solução tecnológica em suas construções civis.   Passar por todas as fases é muito importante, pois só assim é possível analisar o êxito da obra e avaliar a necessidade de manutenção de algum trabalho executado. Vale ressaltar que é através destes ciclos que são inseridos todos equipamentos de segurança. Por essa razão, ter um ciclo de vida bem projetado e seguido de maneira correta juntamente com o uso da metodologia do BIM, além de garantir a qualidade do projeto final, também proporciona muito mais segurança ao trabalhador do canteiro de obra, assegurando o profissional responsável um maior controle de todas as fases de execução.