Categoria: Segurança na obra

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Os elevadores tornaram-se item essencial dentro do canteiro de obras, principalmente nos grandes empreendimentos em que é muito importante uma maior facilidade na movimentação dos trabalhadores e também no transporte dos materiais e instrumentos para a construção. Os benefícios de usar o recurso são perceptíveis: maior produtividade, otimização do tempo e melhorias nas condições de trabalho para os colaboradores.

Todavia, o uso dos elevadores como ferramenta de trabalho merece atenção e cuidados de todos os envolvidos no ambiente laboral. Já sabemos que os fatores de risco devem ser evitados ao máximo e, para que isso aconteça de maneira correta, é primordial que as NRs e NBRs sejam obedecidas em todas as etapas da construção civil.

No que envolve as premissas para a utilização e instalação de elevadores, as Normas Regulamentadoras (NR) e as Normas Brasileiras (NBR) a serem seguidas são: NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade, NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, NR-35 – Trabalho em Altura e NBR-16.200 – Instalações de elevadores de canteiros de obras para pessoas e materiais. E caso não sejam cumpridas como o estabelecido podem apresentar alguns riscos graves, como: choques elétricos, quedas de materiais ou de pessoas.

Como os casos de acidentes são muito ocorrentes e envolvem a falta do uso correto, ausência de sinalizadores ou instalações mal executadas dos instrumentos de segurança no poço ou nos próprios elevadores do canteiro de obras, é essencial que a construtora ou o solicitante do serviço conheça as medidas preventivas e, consequentemente, providencie todos os equipamentos de segurança.

OS CUIDADOS A SEREM TOMADOS NO CANTEIRO DE OBRAS

  • Sobre os equipamentos de segurança:

No que envolve os elevadores definitivos que serão usados pelos moradores e afins, a proteção para o poço de elevador durante a etapa de construção do edifício torna-se item indispensável para evitar quedas acidentais de trabalhadores e demais envolvidos na obra.

Já para os elevadores do tipo cremalheira (instalados na parte e externa da torre) utilizados durante a fase de levantamento da obra para maior facilidade de locomoção de colaboradores e materiais, a proteção para cremalheira não deve ser deixada de lado, pois é ela que garante a proteção de todos e evita quedas acidentais. Outro fator importante relacionado a este tipo de elevador é durante o seu uso, onde a carga estabelecida pelo fabricante jamais deverá ser ultrapassada. Além disso, botoeiras, rampas de acesso, alçapão, para-choque, freio-motor, também serão elementos indispensáveis durante o uso.

  • Atitudes preventivas:

Para o uso e movimentação correta dos elevadores, existem algumas medidas que auxiliam na prevenção de acidentes. Desse modo, engenheiros, técnicos em segurança do trabalho e/ou outros responsáveis pela segurança na obra deverão:

Durante o ato de instalação, o profissional deverá verificar se a empresa possui autorização para o oferecimento desse tipo de serviço;

Após a instalação correta, é preciso que os equipamentos de segurança sejam instalados de forma correta e que haja a verificação de um profissional habilitado.

Depois dos dois passos, é essencial que todos os chefes da obra estabeleçam uma rotina de manutenção e verificação do elevador, avaliando todos os dias se o mesmo está funcionando em perfeitas condições e se os equipamentos de segurança estão bem colocados e funcionando corretamente.

Além de seguir as Normas e manter o cuidado ao uso do equipamento, também é essencial que seja verificado a qualidade do material tanto do elevador quanto dos equipamentos de segurança. Por isso, é muito importante a preferência por empresas especializadas com equipamentos de qualidade devidamente testados. Dúvidas de onde encontrar? Acesse o site da Metroform e confira todos os equipamentos de segurança necessários para sua obra!

A dor de perder alguém muito próximo em algum acidente de trabalho é algo que muitas famílias vivenciam. Segundo dados levantados pelo INSS, são registradas mais de duas mil mortes por ano devido alguma falha ocorrida por acidente no ambiente laboral. E, na maioria dos casos os motivos são decorrentes ao descumprimento das ações estabelecidas nas Normas Regulamentadoras e pela falta de equipamentos de segurança.

Devido aos frequentes registros de doenças e óbitos no ambiente de trabalho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), no ano de 2003, estabeleceu o dia 28 de abril como o “Dia Mundial da Segurança e Saúde do Trabalho”, referindo-se ao grave acidente ocorrido em Virginia (EUA), no ano de 1960, onde 78 pessoas morreram devido a uma explosão na mina onde trabalhavam.

No Brasil, a ação tomou força em 2005, gerando o movimento “Abril Verde”. E, através da Lei nº. 11.121, estabeleceu-se dia 28 o “Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho”. A cor verde faz referência a área da saúde e o foco principal do movimento é gerar debate sobre as medidas preventivas e conscientizar a população sobre a importância dos equipamentos de segurança no ambiente laboral.

No que envolve o setor da construção civil, os acidentes que acontecem frequentemente são devido a quedas, cortes e lacerações. Além deles, há também altos índices de trabalhadores com doenças ocasionadas por exposição ao sol, ruídos e poeiras, devido ao trabalho sem proteção. Sendo assim, destaca-se a importância do movimento e da conscientização para garantir mais segurança a todos os trabalhadores dentro de um canteiro de obras.

Aderir a campanha é uma atitude essencial não só da gestão e demais proprietários do empreendimento, mas também de todos os trabalhadores para que todos saibam seus direitos e deveres e não coloque nenhuma outra pessoa em risco. Desse modo, no que envolve a segurança na construção civil, existem pautas a serem discutidas e que não podem passar por despercebidas, como:

  • A importância de seguir as Normas Regulamentadoras;
  • A avaliação dos fatores de risco;
  • A relevância da criação do CIPA- Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;
  • A importância dos equipamentos de proteção coletiva e individual;
  • Armazenamentos correto de materiais e equipamentos;
  • Implementação da cultura preventiva.

Através da discussão e execução das ações preventivas, o trabalhador fica isento dos riscos e pode trabalhar com mais tranquilidade. Sendo assim, aderir ao movimento não é apenas uma atitude responsável, mas também humana, garantindo a todos os colaboradores sua integridade física e mental tão importante no ambiente de trabalho. Conscientize sua equipe, faça parte do movimento “Abril Verde”!

A segurança dos trabalhadores é um elemento muito importante no ambiente laboral. No entanto, sabemos que o risco com quedas é algo muito presente nas construções civis. Com isso, a NR- 18.18, uma das mais importantes normas estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), determina regras a serem cumpridas para reduzir este perigo nas obras, garantindo que o trabalhador fique mais seguro e que tenha todos os dispositivos de segurança durante a execução de seu trabalho. De modo geral, o intuito desta norma é prevenir:

  • Tábuas e telhas mal encaixadas;
  • Rompimento de telhas;
  • Calçados e vestimentas inadequadas para o trabalho em telhados e coberturas;
  • Escorregamento em telhados e escadas molhadas ou úmidas por falta de proteção;
  • Intoxicação ou aparecimento de patologias devido a inalação de gases ou poeiras ocasionadas pela função na obra;
  • Ferimentos ou óbitos de trabalhadores dentro da construção civil devido a quedas.

Com isso, para que todas estas perturbações sejam evitadas, e que haja mais segurança aos trabalhadores e também todos os equipamentos necessários sejam disponibilizados, a NR 18.18 dispõe de algumas premissas. Em resumo, fica estabelecido que:

Todo trabalho de execução, reforma ou manutenção em coberturas ou telhados deverão passar por uma verificação de Permissões de Trabalho ou Ordens de Serviço, em que será elaborado e informado todas as medidas de segurança a serem adotadas;

Na execução do trabalho, todas as ferramentas de segurança estabelecidas pelo profissional habilitado deverão ser usadas;

Torna-se obrigatório a instalação de cabos guia e de segurança, fixando suas extremidades em estruturas definitivas da obra, juntamente com o uso do cinto de segurança;

Durante o trabalho nos telhados e coberturas a sinalização é obrigatória, assim como o isolamento da área para não apresentar riscos provenientes de quedas de equipamentos ou de algum material.

As atividades em coberturas e telhados serão proibidas quando houver emissão de gases, provenientes ou não da construção.

O trabalho nas coberturas e telhados será extremamente proibido quando houver locais escorregadios ou em casos de chuvas e ventos fortes.

A centralização ou o sobrepeso de cargas em telhados e coberturas também fica proibido.

Garantir que estas diretrizes sejam seguidas é extremamente importante para a vida do trabalhador, evitando que acidentes fatais aconteçam durante o processo da construção. Em vista disso, é importante que todos conheçam as suas obrigações e as entendam, para que possam segui-las corretamente, evitando sérios problemas devido a falta de segurança. Informe-se mais sobre as NRs e veja como o fator de segurança é imprescindível para sua obra.

Alteração da NR-18

Medidas de proteção contra queda



Proteção de Calçada, o que é e quando usar

28 de setembro de 2018 | Segurança na obra | Nenhum comentário

Além de zelar pela segurança e a saúde do trabalhador dentro do canteiro de obras, investindo em equipamentos de proteção individual (EPIs), as construtoras também devem se preocupar com a segurança das pessoas que transitam pelo entorno. Por isso, sistemas de Proteção de Calçada são essenciais para viabilizar uma proteção temporária e garantir que nenhum detrito se desprenda da obra e atinja os pedestres. Vamos entender melhor como esse dispositivo funciona?

O que é a Proteção de Calçada?

A Proteção de Calçada, Proteção de trajeto ou Proteção de Vizinho nada mais é do que um sistema de suporte disposto entre o canteiro de obras e a calçada, a fim de cercar o perímetro e outras regiões dentro do canteiro de obras, para e evitar danos a terceiros e a áreas adjacentes, bem como controlar o seu impacto na vizinhança.

O sistema consiste de postes metálicos e demais acessórios, que podem ser complementados com fechamento superior ou lateral, dependendo da necessidade de proteção, onde o projeto deve ser dimensionado e instalados por profissionais experientes e legalmente habilitados.

Lembre-se de que, de acordo com a Norma Regulamentadora Nº 18 (NR-18), do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), os tapumes devem ser construídos e fixados de forma resistente e ter 2,20 metros de altura em relação ao nível do terreno. Além disso, eles não podem avançar mais da metade da largura da calçada, observando o limite máximo de 3,00 metros.

No entanto, esses não são os únicos detalhes que devem ser observados na hora da instalação do sistema de Proteção de Calçada. Vejamos:

  • A circulação de pedestres será desviada com a anuência do Detran, quando a implantação do canteiro de obras acarretar redução na largura da calçada para medida inferior a 0,90m, livre de quaisquer obstáculos;

  • As obras existentes sobre o passeio devem ser convenientemente sinalizadas e isoladas, assegurando-se a largura mínima de 1,0m para circulação;

  • Caso contrário, deve ser feito desvio pelo leito carroçável da via, providenciando-se uma rampa provisória, com largura mínima de 1,0m e inclinação máxima de 10%;

  • A calçada terá proteção para pedestres com altura livre de 2,50 metros, quando os serviços da obra se desenvolverem à altura superior a 3,00 metros do nível da calçada e acarretarem situações de risco a terceiros ou conforme legislação específica;

  • Os tapumes devem ainda ter afixadas (de forma visível) placas que indiquem o tráfego de veículos, assim como o nome da rua e a numeração do imóvel, caso algum desses avisos estiver encoberto.

Repare que os uso de tapumes metálicos oferece maior segurança e resistência ao sistema de Proteção de Calçada. É altamente indicado para obras de maior tempo de duração. Além disso, como o material possui vida útil mais longa, pode ser reutilizado em outro empreendimento futuro.

Além do sistema de Proteção de Calçada, outros equipamentos de proteção coletiva (EPCs), como bandejas e redes de segurança, também contribuem na proteção de quem passa pelo entorno de um canteiro de obras.

Sua empresa utiliza alguns desses recursos de Proteção de Calçada ou EPCs para garantir a integridade física dos pedestres que passam pelo entorno das suas obras? Conta para gente!


Os riscos de segurança na alvenaria estão entre os diferentes desafios que as empresas de construção civil têm de lidar frequentemente. As normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho (NRs) e os programas de prevenção devem ser sempre observados para reduzir ocorrências.

Na alvenaria convencional, os riscos de segurança costumam estar relacionados à execução da estrutura de concreto armado. Essa estrutura necessita da montagem de fôrmas de madeira, expondo o trabalhador a acidentes de trabalho, principalmente na construção e retirada dos moldes.

A alvenaria convencional permite que as reformas sejam mais flexíveis, mas pode apresentar vícios construtivos (fora de prumo, nível ou esquadro). Esse tipo de construção também é mais suscetível a improvisos e “gambiarras”.

Já os riscos de segurança na alvenaria estrutural estão relacionados à impossibilidade de se realizar alterações. Neste tipo de obra, todas as paredes são construídas como parte da estrutura do edifício e qualquer rasgo pode desestabilizá-lo.

Para os trabalhadores, os riscos de segurança na execução deste tipo de alvenaria está diretamente relacionado à sua exposição na divisa da edificação, até que as paredes estejam em altura da instalação das lajes. Para controlar este risco, devem ser utilizados os sistemas de proteção de alvenaria, que são constituídos por postes, telas e acessórios, que permitem ao trabalhador executar suas tarefas sem risco de queda.

Além dos riscos na execução da alvenaria, existem outros problemas de segurança que podem acabar em acidentes, como a falta de atenção no canteiro de obras. Mesmo uma pequena distração pode causar um ferimento ou um acidente.

Equipamentos de proteção

O uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) e os de proteção coletiva (EPCs), além de obrigatórios pelas normas regulamentadoras, podem evitar acidentes graves. Em um canteiro de obras, é perfeitamente comum que materiais caiam, e a falta de capacetes, por exemplo, pode ser a diferença entre a vida e a morte.

No caso dos trabalhadores em altura, o cinto paraquedista ou sistemas de ancoragem evitam a queda, caso haja um desequilíbrio durante a execução das atividades.

A correta análise e gestão dos riscos de segurança na execução da alvenaria, bem como o uso de técnicas e materiais de proteção, garantem que eles sejam menores.

Sua empresa precisa de treinamentos e materiais de proteção para evitar os riscos de segurança na alvenaria? Fale com um de nossos engenheiros!


O aluguel de equipamentos no geral tem se tornado uma boa opção para as construtoras, levando-se em consideração o alto valor de investimento, o custo de logística, armazenamento, manutenção e projetos pós-obra.

locação de sistemas de escoramento metálicos vêm crescendo substancialmente, desde de pequenas residências, passando por comércios, até chegar em grandes empreendimentos, obras de infraestruturas e indústrias no geral, isso porque locadoras mais estruturadas oferecem um pacote completo de fornecimento, auxiliando no oferecimento do melhor projeto e equipamentos, na logística e na reutilização do sistema dentro dos canteiros de obras, esse modelo de atendimento e gestão permite uma economia no custo global de contratação.

No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para evitar multas na hora da devolução dos materiais ao fornecedor. Afinal, ninguém quer ser surpreendido com valores significantes de indenizações do contrato por conta de perdas e avarias, não é mesmo?

Confira na sequência algumas medidas muito simples que ajudam a minimizar as perdas e o impacto das indenizações de peças no final da obra. E repare que tudo é uma questão de gestão e treinamento de todos os envolvidos no processo.

Uma das principais medidas que auxiliam em todo o processo é nomear um administrativo de obras para cuidar da gestão dos equipamentos: acompanhando as retiradas, a movimentação dos equipamentos dentro do canteiro e a devolução das peças no pátio da locadora.

Este profissional deve passar por um treinamento básico com os técnicos da locadora, afim de conhecer as peças que compõem o sistema, como devem ser acomodadas, armazenadas e manuseadas em obra.

Cuidado na hora da contratação

O primeiro passo para reduzir as chances de ter de pagar multas é dar atenção à contratação em si. O gestor da obra deve procurar a empresa que ofereça o pacote mais completo de atendimento, com atenção na solução técnica, quantidade de equipamento que será utilizado, o que está sendo considerado como aproveitamento das etapas, logística facilitada, manutenção e consequentemente melhor flexibilidade comercial de negociação.

Durante o processo de contratação da locação de equipamentos, deve se avaliar quais os custos de reparos e os preços de reposição das peças que farão parte do projeto, normalmente equipamentos importados tem seus preços indexados em outras moedas, o que pode resultar em menor desconto, ou até inflexibilidade de negociação ao indenizar a empresa no final do contrato. Aqui, toda atenção é válida para não ter surpresas desagradáveis no final da obra.  

Treinamento da equipe operacional


Para obter o máximo de produtividade e sucesso nas atividades de montagem do escoramento é importante treinar a equipe de campo, orientando a todos sobre o projeto, quais etapas e cronogramas de execução, qual equipamento será utilizado nas sequências de montagem, treinamento básico sobre os procedimentos de montagem, e quais os custos inerentes do mau uso, ou uso indevido das peças.

É importante também a conscientização dos operários de como o equipamento deve ser separado e armazenado durante o processo de desmontagem, inclusive demonstrando que a organização das peças facilita seu remanejamento para as próximas etapas e mantém a obra limpa e sem risco de acidentes.

Acompanhamento da logística dos equipamentos

Outro ponto chave é acompanhar as conferências nas retiradas dos equipamentos no depósito da locadora, avaliando as listas e quantidades de materiais e o estado de conservação das peças, antecipar-se avaliando e reservando o melhor local para acomodação dos equipamentos no canteiro de obras. É muito importante que o Administrativo de obras tenha conhecimento de quais equipamentos serão utilizados em cada etapa, assim poderá avaliar a necessidade de retirada, remanejamento e devolução de peças, um bom estudo e projeto normalmente precedem de uma análise apurada do menor índice de movimentação de cargas. Tomando estes cuidados, diminui-se a margem de perda de peças.

Quando chegar o momento das devoluções dos equipamentos ao depósito da locadora, antes de executar a carga, faça um planejamento de como acomodar as peças, normalmente a locadora pode lhe auxiliar nesta tarefa, com isso você irá diminuir o número de fretes, acomodar o equipamento de uma forma que facilite a descarga e será mais fácil a contagem dos itens. É importante antes da carga, separar todos os equipamentos por família e fazer uma lista de itens e contagem prévia, facilitando qualquer identificar qualquer divergência durante o processo de conferência no depósito da locadora.

Armazenamento

O armazenamento dos equipamentos deve ser feitos de forma a se evitar as perdas, as peças menores podem ser concentradas em caixotes e contadas a cada etapa de remanejo dentro da obra, as peças maiores como, escoras, painéis, diagonais tubulares e vigas, separadas por famílias, deixando no canteiro somente o que for utilizado na próxima etapa. É importante que as peças não fiquem espalhadas e muito menos em locais onde há oportunidades de acidentes, como passagem de pessoas e veículos.

Para facilitar o recolhimento das peças, recomenda-se destinar uma pequena área de armazenagem de apoio, próxima ao local da montagem, para ser deslocada juntamente com as frentes de serviços.

Os equipamentos identificados como avariados ou que não faça mais parte das próximas etapas, devem ser imediatamente separados e devolvidos para à locadora, evitando a perda, extravio e gastos desnecessários com aluguéis.

Manuseio

Alguns cuidados no manuseio de peças e equipamentos podem parecer bobos, mas fazem toda a diferença no final da obra. Lavar cada peça após seu uso, para eliminar restos de concreto e argamassa, é fundamental. Peças com roscas (forcados, barras de ancoragem e parafusos) devem ser constantemente limpas e lubrificadas, como medidas preventivas e para facilitar sua utilização nas próximas etapas.

Outra dica é usar desmoldante nas peças com maior contato com o concreto, para facilitar a limpeza. Também é recomendado lavar as peças com jatos d’água logo após a concretagem, antes do concreto endurecer, para evitar a adesão de crostas de massa, que podem dificultar o manuseio e os encaixes.

Para a montagem e a fixação de algumas peças é necessário o uso de ferramentas adequadas, como chave de boca, de catraca, chaves especiais para desforma e martelo. Portanto, não utilize ferramentas inadequadas que possam danificá-las. Aliás, não se esqueça de usar martelo com proteção da cabeça de borracha.

Você já coloca em prática algumas dessas medidas para evitar as altas indenizações de escoramento no final das suas obras? Compartilhe com a gente as suas experiências!